Mudança do Paciente em Psicoterapia
Atualizado: 19 de ago. de 2022
Em 2012, foi publicado um artigo (Honda & Yoshida, 2012), fruto de uma pesquisa de mestrado, que demonstrava alguns fatores que ajudam a pessoa a mudar, quando realiza psicoterapia. Passados 10 anos, esses fatores continuam sendo atuais.
São alguns deles: o grau de consciência e a motivação do paciente para enfrentar suas dificuldades e, consequentemente, sua disposição como agente da própria mudança; presença e severidade de sintomas psicopatológicos; e o relacionamento estabelecido com o psicólogo.
Estudos mais atuais (por exemplo, Honda et al., 2017; Serralta et al., 2016 ) também incluem os recursos internos do paciente, a expectativa acerca do processo que será submetido, bem como se o ambiente onde vive é capaz de sustentar as mudanças empreendidas.
Ao ter conhecimento sobre esses fatores, o psicólogo poderá conduzir melhor sua prática clínica, além de poder manejar o atendimento com mais segurança. O principal beneficiado será o paciente, que terá seu atendimento baseado em evidências.

Para saber mais, consulte os seguintes artigos:
Honda, G. C., & Yoshida, E. M. P. (2012). Mudança em pacientes de clínica-escola: Avaliação de resultados e processos. Paidéia, 22 (51), 73-82.
Honda, G. C., Yoshida, E. M. P., Krause, M., & de la Parra, G. (2017). Eficácia adaptativa e indicadores genéricos de mudança em psicoterapia: Um estudo exploratório. Estudos de Psicologia (Campinas), 34 (4), 512-522.
Serralta, F. B., Benetti, S. P. C., Braga, P., Sanchez, L. F., Ruaro, C. K., Araldi, M. O., & Yoshida, E. M. P. (2016). Como ocorre a mudança em psicoterapia? Um estudo empírico do processo de uma psicoterapia breve. Psicologia Clínica, 28, 183-200.




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